O governo de Rondônia iniciou, nesta terça-feira (14), em Porto Velho, a 6ª Capacitação do Programa Mulher Protegida, com foco na saúde mental de mulheres em situação de violência. A ação reúne cerca de 200 participantes que integram a rede de proteção no estado.
Promovido pela Secretaria da Mulher, da Família, da Assistência e do Desenvolvimento Social (Seas), o evento segue até esta quarta-feira (15) e conta com representantes de diversas áreas, como assistência social, saúde, educação, segurança pública, sistema de justiça e órgãos estaduais.
Durante a capacitação, também é abordado o Protocolo Mulher Protegida, criado pelo governo estadual para orientar o atendimento e a prevenção de casos de violência, especialmente em locais públicos e privados de grande circulação, como bares, restaurantes, academias e centros comerciais.
A iniciativa busca qualificar profissionais para identificar situações de risco, acolher vítimas e atuar de forma integrada, garantindo suporte adequado, inclusive no aspecto psicológico.
Segundo a Seas, o programa vai além do auxílio financeiro e inclui acompanhamento psicossocial e ações de capacitação profissional, com o objetivo de ajudar mulheres a romper o ciclo de violência e reconstruir suas vidas com autonomia.
Criado em 2021, o Programa Mulher Protegida já atendeu mais de 5 mil mulheres em Rondônia, com investimentos superiores a R$ 32 milhões. Entre os benefícios oferecidos está um auxílio financeiro que pode chegar a R$ 7.200.
Outro destaque é a orientação sobre o sinal universal de socorro, utilizado por mulheres em situação de risco. O gesto consiste em mostrar a palma da mão, dobrar o polegar para dentro e fechar os dedos, indicando pedido de ajuda de forma discreta.
Além disso, o governo estadual também instituiu a Ouvidoria da Mulher, canal específico para atendimento e encaminhamento de demandas relacionadas à violência.
A capacitação reforça o trabalho integrado entre órgãos públicos e instituições, com foco na proteção, acolhimento e garantia de direitos às mulheres em situação de vulnerabilidade.
Fonte: SECOM – Governo do Estado de Rondônia









