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Cesta básica registra queda de 6,89% em Porto Velho no segundo semestre de 2025

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Tomate, arroz e óleo foram os itens que mais contribuíram para a diminuição do custo dos alimentos na capital de Rondônia.

Porto Velho registrou queda de 6,89% no preço da cesta básica de alimentos no segundo semestre de 2025, saindo de R$ 636,69 em julho para R$ 592,01 em dezembro – valor R$ 44,68 menor ao fim do ano. O balanço das 27 capitais foi divulgado nesta terça-feira, 20 de janeiro, pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). 

O levantamento integra a Análise Mensal da Pesquisa Nacional de Preço da Cesta Básica de Alimentos, realizada pela Conab e pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Firmada oficialmente em 20 de agosto do ano passado, a parceria entre os órgãos passou a acompanhar os preços em todas as 27 capitais brasileiras.

Em Porto Velho, a redução foi puxada principalmente pela queda expressiva nos preços de itens essenciais. O tomate apresentou recuo de 40,12%, seguido pelo arroz (-17,70%) e pelo óleo (-16,25%). Também tiveram diminuição relevante os preços da banana (-12,12%), do açúcar (-11,78%) e da manteiga (-10,86%).

Esses resultados contribuíram diretamente para aliviar o orçamento das famílias de Porto Velho, especialmente aquelas em situação de maior vulnerabilidade social, para as quais a alimentação representa parcela significativa da renda mensal.

Redução do preço no período chegou a -9,08%, em Boa Vista (RR), por exemplo

POLÍTICA AGRÍCOLA E ABASTECIMENTO 

De acordo com o presidente da Conab, Edegar Pretto, a queda generalizada no preço da cesta básica em todas as capitais reflete os efeitos positivos da política agrícola do Governo do Brasil. “Essa queda generalizada é fruto dos investimentos que o Governo do Brasil vem fazendo no setor agropecuário brasileiro, aumentando a produção de alimentos para o consumo interno nacional”, afirmou.

Segundo Pretto, os Planos Safra — tanto o empresarial quanto o da Agricultura Familiar — vêm registrando valores recordes, com ampliação do crédito e juros subsidiados. “O efeito é a maior safra da série histórica, o que se traduz em mais comida disponível e preços mais acessíveis para a população”, destacou.

PARCERIA

A coleta de preços de alimentos básicos foi ampliada de 17 para 27 capitais brasileiras, resultado da parceria entre a Conab e o Dieese. A iniciativa reforça a Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional e a Política Nacional de Abastecimento Alimentar. Os primeiros resultados da Análise Mensal da Pesquisa Nacional de Preço da Cesta Básica de Alimentos com todas as capitais começaram a ser divulgados em agosto de 2025.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República 


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