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MULHER FRATURA O BRAÇO EM ACIDENTE E É LEVADA EM CARRO PARTICULAR APÓS FALTA DE AMBULÂNCIA EM PORTO VELHO

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Na noite desta quarta-feira, mais um episódio que escancara a precariedade do atendimento de urgência em Porto Velho deixou moradores indignados. Uma mulher que seguia para a faculdade ficou ferida após sofrer uma violenta queda de motocicleta na Avenida Campos Sales, nas proximidades do viaduto da BR-364.
De acordo com informações apuradas no local, a vítima conduzia uma motocicleta quando trafegava pela avenida no sentido viaduto. Ao passar por uma lombada, perdeu o controle da direção, atingiu o meio-fio e foi arremessada ao solo.
Com o forte impacto, a mulher sofreu diversas escoriações pelo corpo e uma fratura em um dos braços, permanecendo caída e sentindo fortes dores. Populares que passavam pelo local rapidamente prestaram auxílio e acionaram os órgãos de emergência.
Uma guarnição da Polícia Militar do 9º Batalhão chegou ao local, realizou os procedimentos necessários e solicitou o resgate médico. No entanto, o que deveria ser um atendimento rápido se transformou em um drama para a vítima e seus familiares.
Segundo testemunhas, o socorro demorou excessivamente e não havia ambulância disponível para atender a ocorrência. A situação causou revolta entre as pessoas que acompanhavam o sofrimento da mulher à espera de atendimento.
Diante da demora e da ausência de uma unidade de resgate, familiares tomaram uma decisão desesperada: colocaram a vítima em um veículo particular e a transportaram por conta própria para o Hospital e Pronto-Socorro João Paulo II.
O caso levanta novamente um questionamento que tem sido recorrente na capital: até quando vítimas de acidentes terão que depender da própria sorte para receber atendimento médico de emergência?
A falta de ambulâncias disponíveis representa um grave problema de saúde pública e coloca vidas em risco diariamente. Em situações de trauma, cada minuto pode ser decisivo para evitar sequelas permanentes ou até mesmo salvar uma vida.
Moradores cobram providências das autoridades competentes para que a população não continue sofrendo com a insuficiência de veículos de resgate e com a demora no atendimento, cenário que vem gerando insegurança e indignação entre os porto-velhenses.

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