A notícia se espalhou rapidamente pelas redes e suscitou uma onda de solidariedade à família. Além disso, discussões sobre riscos obstétricos mesmo em ambiente hospitalar.
Porto Velho viveu um dia de forte comoção neste fim de semana com a morte da dentista Jhenifer Lopes, de 35 anos, durante o parto de sua segunda filha em uma unidade hospitalar particular da capital rondoniense. A notícia se espalhou rapidamente pelas redes e suscitou uma onda de solidariedade à família, ao mesmo tempo em que reacende a discussão sobre riscos obstétricos mesmo em ambiente hospitalar.
Jhenifer era uma profissional bastante conhecida em Porto Velho e na região. Especialista em harmonização facial, construiu uma clientela fiel e uma reputação de dedicação e carinho com seus pacientes. Ela também era natural de Rolim de Moura e filha de uma empresária local, o que ampliou a repercussão da perda entre amigos, colegas e moradores do interior do estado.
O parto resultou no nascimento da recém-nascida com vida. A equipe médica encaminhou a bebê para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) neonatal, onde ela permanece entubada e sob cuidados intensivos. Até o momento, as autoridades de saúde não divulgaram detalhes oficiais sobre as circunstâncias clínicas que levaram ao falecimento de Jhenifer durante o procedimento.
O impacto humano da tragédia transborda os corredores hospitalares. Em uma publicação carregada de emoção, o marido de Jhenifer, Arthur Queiroz, prestou uma homenagem pública nas redes sociais, escrevendo: “Te amarei daqui à eternidade”. A declaração sensibilizou milhares de pessoas, gerou centenas de comentários de solidariedade e se transformou no símbolo do luto coletivo vivido pela família e pela comunidade.








