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CONFUSÃO NA UPA: PACIENTE DE 39 ANOS É ACUSADA DE AGREDIR TÉCNICA DE ENFERMAGEM E MARIDO ENTRA EM LUTA COM VIGILANTES

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Claro. Abaixo está uma versão mais jornalística, fluida e adequada para publicação em site de notícias, mantendo as diferentes versões e evitando tomar partido sobre o que ocorreu. Confusão entre paciente, acompanhante e técnica de enfermagem termina com intervenção da PM em UPA de Porto Velho

Confusão entre paciente, acompanhante e técnica de enfermagem termina com intervenção da PM em UPA de Porto Velho

Uma confusão envolvendo uma paciente de 39 anos, o marido dela, de 43, uma técnica de enfermagem e vigilantes terminou com a intervenção da Polícia Militar na manhã desta quinta-feira (24), dentro da UPA da Zona Sul, em Porto Velho.

De acordo com o registro da ocorrência, a situação começou na sala de medicação, quando a técnica de enfermagem realizava o chamamento dos pacientes. Segundo o relato apresentado pela profissional, a mulher entrou no local e, ao ser questionada sobre seu nome, teria se recusado a responder. O marido, então, teria fornecido a identificação.

Ainda conforme a técnica, a paciente teria iniciado uma sequência de agressões com socos, atingindo seu rosto, pescoço, mão esquerda e nariz. A profissional relatou que caiu no chão e continuou sendo agredida, sendo necessária a intervenção dos vigilantes da unidade.

Vigilantes relatam intervenção para conter a confusão

Os vigilantes informaram à polícia que presenciaram a paciente sobre a técnica de enfermagem, desferindo socos contra a profissional. Segundo eles, a intervenção ocorreu com o objetivo de interromper as agressões e proteger a funcionária.

Durante a confusão, ainda segundo os seguranças, o marido da paciente teria tentado agredi-los, inclusive utilizando rasteiras.

Um dos vigilantes relatou que, durante o tumulto, a arma de fogo que portava acabou caindo do coldre. Conforme o relato, o armamento foi recuperado rapidamente.

Os seguranças também afirmaram que conseguiram imobilizar o acompanhante até a chegada da Polícia Militar.

Marido apresenta versão diferente

O acompanhante apresentou uma versão diferente dos fatos. Segundo ele, a esposa estava passando por uma crise e, por esse motivo, não conseguiu responder quando a técnica de enfermagem perguntou seu nome.

Ele afirmou que forneceu a identificação da mulher e explicou que era responsável por acompanhá-la durante o atendimento.

Ainda segundo o homem, a técnica teria dito, em tom elevado, a frase “você não fala”, repetindo a expressão três vezes.

Na sequência, de acordo com o relato do acompanhante, a esposa e a profissional teriam entrado em luta corporal. Ele afirmou que tentou apenas conter a mulher e negou ter tentado tomar as armas dos vigilantes.

Paciente também nega versão apresentada pelos seguranças

A paciente confirmou que procurou a UPA para receber medicação e que estava acompanhada do marido. Ela relatou que também estava passando por uma crise e que não conseguiu responder quando questionada sobre seu nome.

Segundo a mulher, o marido forneceu sua identificação e, posteriormente, a técnica teria repetido a frase “você não fala” por três vezes.

A paciente afirmou que, depois disso, as duas entraram em luta corporal.

Ela relatou ainda que o marido tentou contê-la enquanto os vigilantes intervieram. Segundo a paciente, um dos seguranças segurou o acompanhante e o outro segurou seus braços, empurrando-a contra uma cadeira e atingindo a região dos seios.

A mulher negou que o marido tenha tentado tomar as armas dos vigilantes e afirmou possuir vídeos que, segundo ela, podem ajudar a comprovar sua versão dos acontecimentos.

Polícia Militar foi acionada

Uma testemunha que aguardava atendimento na unidade afirmou ter presenciado a técnica de enfermagem sendo agredida e relatou que os vigilantes intervieram para socorrê-la. A testemunha também declarou ter visto o acompanhante tentando agredir os seguranças durante a confusão.

Uma equipe do 9º Batalhão da Polícia Militar, acionada pelo CIOP, foi até a unidade de saúde e encontrou os vigilantes contendo o homem dentro da sala de medicação.

Devido ao estado de exaltação, ele foi algemado para garantir a segurança dos envolvidos e controlar a situação até que os ânimos fossem restabelecidos.

Após os procedimentos policiais, os envolvidos assumiram compromisso de comparecimento ao Juizado Especial Criminal e foram liberados.

O caso deverá ser analisado pelas autoridades competentes. As versões apresentadas pelos envolvidos e testemunhas são divergentes, e eventuais imagens de câmeras de segurança e vídeos mencionados pelas partes poderão auxiliar no esclarecimento da dinâmica da ocorrência.

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